Gisèle Santoro recebe título de cidadã honorária de Brasília

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Gisèle Santoro recebe título de cidadã honorária de Brasília

Com uma vida dedicada ao balé, a carioca orgulha-se de ser também um tanto brasiliense – título que, de fato, recebeu nessa sexta-feira (26/6) da Câmara Legislativa

postado em 27/06/2015 09:23

Camila Costa

Setenta e seis anos de vida. Mais da metade deles, dedicados ao balé. No próximo mês, serão 25 anos à frente do Seminário Internacional de Dança. A carioca Gisèle Santoro, viúva do maestro Cláudio Santoro, tem uma história de vida especial, humildemente compartilhada com a capital federal. E, independentemente do lugar — Rio de Janeiro, Brasília, ou Europa, onde viveu com os pais e, mais tarde, com o marido —, sempre teve uma vida repleta de realizações, superação e, claro, projetos de solidariedade. Tudo por meio da dança. Para coroar essa trajetória, a coreógrafa e professora é, a partir de hoje, cidadã honorária de Brasília.

A homenagem foi feita pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, ontem, às 19h. Mas os preparativos começaram cedo: uma ida ao salão para dar um retoque e não deixar a desejar na hora do evento. A solenidade também marcou a inclusão do seminário de dança no calendário de eventos oficiais do DF. O título, para uma carioca radicada em Brasília, era o que faltava para bater o martelo na relação de amor que existe entre ela e a cidade, iniciada há 55 anos. Gisèle dançou em cima do Congresso Nacional na inauguração da nova capital. “Brasília significa muito para mim. Dancei na inauguração, conheci meu marido aqui, e quisemos viver aqui para ver a cidade se desenvolvendo, como se fosse um filho crescendo. Quando voltamos do exílio, Claudio poderia ter ido para o Rio, mas ele adorava Brasília. E eu também”, comentou.
O seminário era um dos grandes sonhos da coreógrafa, transformou-se em realidade e, mais que isso, tornou-se também o sonho de muitas outras pessoas. Essa é a principal função do projeto, que ocorrerá de 13 de julho a 1º de agosto, no Estádio Mané Garrincha. Três semanas de estudo, dedicação quase que exclusiva ao universo da dança, para qualificar dançarinos de todas as partes do mundo. “É um seminário de várias facetas. Evento acadêmico, o único do mundo para aperfeiçoar e observar talentos. Os professores são verdadeiros olheiros, como no futebol. Presta-se atenção em disciplina, carisma, potencial, capacidade de aprendizado. Além disso, é um universo onde é possível conhecer outras disciplinas e outras formas de ensino”, explicou. De lá, saem os bolsistas da dança. Uma seleção de dançarinos com oportunidade de estudar no exterior. Até hoje, 440 bolsas foram doadas, e cerca de R$ 1,2 milhão em prêmios.

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Fonte: Correio Braziliense

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