Bastidores de O Lago dos Cisnes: Os bailarinos viraram repórteres neste domingo

Luis Rubén Gonzalez entrevistando Paula Sayão - foto de Gustavo Cordeiro

Luis Rubén Gonzalez entrevistando Paula Sayão – foto de Gustavo Cordeiro

Gustavo Cordeiro

repórter da Agência Dance Brasil

O intervalo super animado nos bastidores, entre os atos do Lago dos Cisnes . Pode-se ver a Rainha Mãe (Paula Sayão) mexendo no celular, postando fotos em redes sociais, o Bobo da Corte (Luis Rubén Gonzalez distribuindo sorrisos e poses para fotos, e todo o corpo de baile relaxado. Neste clima, alguém teve a ideia de colocar os bailarinos na posição de repórter e entrevistarem uns aos outros.

O cubano Gonzales estava empolgadíssimo: “achei incrível, cada vez mais me admiro com a capacidade do brasileiro: uma produção destas demora mais de dois meses para ficar pronta, entre ensaio e produção, mas fizemos em tempo recorde!” – ele se referia ao fato dos bailarinos terem ensaiado por cerca de três semanas, intercalando com as aulas do XXIII Seminário Internacional de Danças de Brasília. “Giselinha (Santoro – a filha) fez um milagre”, completou.

Em seguida, foi entrevistar a Rainha Mãe (Paula Sayão): “O que você achou do Lago dos Cisnes?”-perguntou- “Achei um desafio maravilhoso, fazer tudo tão rápido, todo o trabalho, toda a dedicação. A direção está perfeita!”, derreteu-se a bailarina, coreógrafa, economista e, a partir de agora, repórter da Agência Dance Brasil.

Sayão foi entrevistar o membro de sua corte (André Luis Santana), perguntando o que o rapaz pensa sobre ser bailarino: “Dançar é tudo, minha vida se resume a dança!”,  apontou. O recifense ainda comemorou a oportunidade de ter uma experiência tão rica, que lhe proporcionou um aprendizado enorme. No fim da entrevista, a Rainha correu para o terceiro ato.

André também teve que voltar, iria apresentar a dança húngara, porém antes fez uma entrevista rápida com o Preceptor (Alexandre Barranco). “Rápido, fala rápido que eu tenho que entrar: o que é a dança?”, disparou pro rapaz de São José dos Campos (que ganhou medalha de ouro no concurso, além de prêmios em dinheiro e bolsas de estudos, um verdadeiro pac man…), já com o bloquinho de notas: “é uma manifestação divina e poder fazer parte desta produção é uma oportunidade de evolução!”. Alê (pros amigos) estava radiante em ter contracenado com Denis Vieira (ex-solista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro que foi finalista da Competição Internacional de Balé de Boston) e Márcia Jaqueline (primeira-bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro), “isto é mágico!”.

A última cena antes de todos entrarem foi antológica: o Bruxo Von Rothbart (Vincent Gros) abraçado ao seu desafeto no palco Príncipe Siegfried (Denis Vieira). O francês Vincet Gros veio como professor do Seminário, mas fica difícil decidir quem é mais cativante: o simpático, prestativo e sorridente bailarino, ou o cruel e maquiavélico, porém charmoso, vilão.

Abrem-se as cortinas.

Este é um evento da Secretaria de Estado da Cultura do Distrito Federal em parceria com a Associação Cultural Claudio Santoro.

Este evento faz parte do programa DANCE BRASIL.

Para reproduzir as matérias basta  somente dar crédito à Agência Dance Brasil

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