Maestro Cláudio Cohen

A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro participa tradicionalmente do Seminário desde sua criação

criação Cláudio Cohen afirma que ver uma peça grandiosa como a do Balé Lago dos Cisnes a partir de uma montagem local é uma oportunidade única.

Cláudio Cohen afirma que ver uma peça grandiosa como a do Balé Lago dos Cisnes a partir de uma montagem local é uma oportunidade única.

Lúcio Flávio

repórter da Agência Brasil

Prata da casa, o titular da sinfônica de Brasília elogia o nível de autossuficiência atingido pelo evento

Poucos sabem, mas o maestro Cláudio Cohen foi levado para Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) pelo próprio Cláudio Santoro, quando o hoje titular da sinfônica de Brasília era um adolescente dando os primeiros passos na música clássica. “Quando voltamos do exílio o Cláudio ficou encarregado de montar a orquestra de Brasília e chamou os alunos da Escola de Música para fazer parte do corpo sinfônico. O Cohen era um desses meninos”, recorda Gisèle Santoro, viúva do regente que dá nome ao Teatro Nacional de Brasília. “Ele era um menino prodígio”, diz.

Um dos membros fundadores da OSTNCS e desde fevereiro de 2011, maestro e diretor musical do espaço, Cláudio Cohen, de um jeito ou de outro, sempre seguiu as pegadas do mestre Cláudio Santoro. Pelo menos no que diz respeito ao espírito agregador e valorização dos artistas locais. “O Cohen assimilou essa proposta do Cláudio que é a de valorizar as pratas da casa e ter um projeto cultural e social à frente da Orquestra”, destaca Gisèle. “Ele é uma pessoa da cidade que quer ver a cidade crescer. A praia dele é Brasília”, elogia a coreógrafa, sem esconder certo orgulho.

Participante ativo no cenário musical do país e exterior seja na condição de maestro, solista ou camerista, Cláudio Cohen, que também é formado em Direito, se sente bem mesmo é em casa. Por isso, destaca a união entre a OSTNCS e o Seminário Internacional de Dança importante como importante para ambas às partes, e mais ainda para o público.

“A OSTNCS participa tradicionalmente do Seminário desde sua criação. É uma parceria relevante uma vez que incrementa, na temporada da orquestra, atividades com balé, além de proporcionar ao público oportunidade de assistir espetáculos de balé clássico e moderno em alto nível”, explica.

Antenado com as ideias pioneiras do mestre Cláudio Santoro, o maestro salienta o nível de autossuficiência de produção que o Seminário caminha a cada ano. Para Cláudio Cohen, ver uma peça grandiosa como a do Balé Lago dos Cisnes a partir de uma montagem local é uma oportunidade única. “Esta edição é, particularmente para mim, muito especial pelo fato de podermos levar um grande clássico do repertório com orquestra e corpo de baile da cidade”, observa. “É um avanço significativo para a cultura local, o público pode esperar um evento que realmente ficará marcado na memória de todos”, aposta.

Este é um evento da Secretaria de Estado da Cultura do Distrito Federal em parceria com a Associação Cultural Claudio Santoro.

Este evento faz parte do programa DANCE BRASIL.

Para reproduzir as matérias basta  somente dar crédito à Agência Dance Brasil

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